Minha Cronologia Esportiva - Comemoração de Meu Aniversário e Dia dos Esportistas


Quero agradecer primeiramente a Deus, de pôr o esporte em minha vida, agradeço a  todos pelo o incentivo, em diversos lugares recebo palavras de força e carinho de pessoas que as vezes eu nem conheço direito, mas me cumprimentam em dias de provas de rua dando aquele gás, pessoas que eu conheço há tempo quando me ver me enche de força, me parabenizando por cada conquista, por cada degrau subido, quero dar um abraço para amigos corredores que conheço a tão pouco tempo, mas os laços de amizade já são fortes, quero agradecer a galera dos grupos de corrida Corredores de Rua da Ilha do Governador, Viciados em Corrida de Rua, Corredores Cariocas e Correr Entre Amigos, vocês fazem uma enorme diferença em minha vida. Quero agradecer a minha família, minha esposa Angélica, que atura os meus horários loucos de treinos e competições e minhas duas filhas Maria Luísa e Anna Clara que me enchem de alegria. Quero agradecer a meus pais, em principal a minha mãe que foi sempre a minha grande incentivadora ao esporte, até os dias de hoje.



19 de fevereiro de 2014 completei 36 anos de idade e tive a honra de comemorar juntamente o dia do esportista. Dentro do contexto do dia resolvi fazer uma reflexão sobre os esportes que pratiquei de forma cronológica em minha vida, em comemoração a meu aniversário e o dia dos esportistas. 

3 anos de idade: Lembro nitidamente das correrias que eu fazia no play do prédio onde eu morava, na Rua Mangalo – Jd. Guanabara – Ilha do Gov. olha aí a raiz da preferência esportiva nos dia de hoje, além das correrias, rolava algo como ginástica artística, pois estrelinhas e plantar bananeiras nas paredes eram treinamentos constantes para se chegar à perfeição (rsrsrs), futebol obviamente já dava meus chutes certeiros, por acaso neste período se formou uma das maiores seleções de futebol brasileira a de 82. Sem comentários, não venceu nada, mas só havia feras. Mas algo que eu lembro muito bem foi de ter aprendido a nadar muito cedo, com aulas da minha mãe na Praia da Bica (naquela época, água cristalina), comecei dar minhas primeiras braçadas.
7 anos de idade: Agora, morando já em outro local,  a molecada não era de bobeira. Neste período a ênfase era no futebol, mas como arrumava muitas confusões. Minha mãe deu aquele papo que acho que toda mãe dar “se brigar na rua e chegar chorando, vai apanhar em casa também”. Então minha mãe resolveu me dar uma força, me pôs no judô e a coisa deu certo, quem entrava numa comigo lá estava eu jogando para o alto, não demorou muito meu professor de judô me deu uma chamada e explicou que as coisas não deveriam ser daquela forma. Não posso esquecer que com esta idade participei de minha primeira corrida, foram 100m. No Aterro do Cocotá a União da Ilha tinha um projeto esportivo, assim meu pai me levou para a minha primeira prova, fui muito mal kkkkk.
10 anos de idade: O judô começou a ficar sério na minha vida, comecei a ficar entre os melhores no Rio de janeiro dentro da minha idade.
12 anos de idade: Primeira participação na seleção carioca e participação em um campeonato brasileiro – 3ª colocação.
14 anos de idade: Campeão brasileiro de judô estava ficando muito séria. Neste comecei a correr quase todos os dias para complementar o judô. Um esporte que aprendi neste período foi o vôlei de praia, jogava na Praia da Bica com uma turma super legal. Tive a honra de jogar algumas vezes com a Sandra Pires, campeã olímpica.
16 anos de idade: Andava desmotivado, porém um ano importante no judô, fui à faixa preta. Aprendi outro esporte Body Board, aquilo me fazia muito bem, ano que tentei aprender surfar em pé, mas faltou professor e também a logística para levar uma prancha triquilha de buzun era uma coisa de louco. Nesta época andei aprendendo futevôlei, mas não foi a frente, mas aprendi a brincar. 
18 anos de idade: Fui bem em alguns campeonatos a nível nacional de judô, apesar de não estar mais treinando com seriedade. Beach Soccer era um vício, peguei muitas malandragens de se jogar futebol na areia, era muito melhor na areia do que em quadra ou campo. 
19 anos de idade: Tentei uma introdução no jiu-jítsu, tinha tudo para dar certo, mas não deu liga, já não queria mais responsabilidade, e com meu currículo bom no judô, seriam certas as cobranças no jiu-jítsu também. Queria diversão, e jiu-jítsu iria me dar trabalho.
20 anos de idade: Corria 6 km no asfalto e jogava futebol 1h e 30min na areia preparo físico ainda muito bom. 
23 anos de idade: Voltei a treinar judô com seriedade para o Campeonato Carioca de judô daquele ano, na época tinha trancado a faculdade, mas ia direto do trabalho para o treino, estava desatualizado e tinha apenas três meses para recuperar o condicionamento físico, consegui chegar à semifinal, porém estava sem ritmo, então ali foi minha aposentadoria nos tatames.
24 aos 26 anos de idade: OFF para os esportes (Apenas alguns trotes às vezes nos finais de semana)
27 anos de idade: Muito gordo voltei a correr e comecei a malhar, em seis meses perdi 17 kg, mas relaxei e engordei tudo. 
28 aos 31 anos de idade: OFF para os esportes (Apenas alguns trotes às vezes nos finais de semana)
32 aos 34 anos de idade: Tentativas de correr e de voltar a treinar judô. Mas as sequelas do sobrepeso (joelho e coluna ruim), não deixaram.
35 anos de idade: Running na veia! Consegui voltar a correr, perdi 16 kg e comecei a pensar em provas de corrida de rua. Na minha quarta prova de 5km já consegui fazer um tempo de 19’32”. Decididamente me reencontrei com o esporte, graças a todos da família running.
36 anos de idade: Aqui estou eu na atualidade, focado nos 10km, fazendo fortalecimento muscular em uma academia (coisa que não aceitava a fazer nem nas épocas de glórias do judô), para me ajudar nas corridas. Hoje tenho muitos conhecidos, colegas, amigos, irmãos, pais, mães, avós, descobri uma família imensa. Tenho agora um Aterro do Flamengo lotado de corredores como irmãos.



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