AS ADVERSIDADES NÃO ME FAZEM PARAR E SIM ME REINVENTAR


Estou desde março deste ano com uma lesão no joelho, os primeiros dois meses, foram de o máximo de repouso, conforme solicitação médica, e assim foi dentro das condições do meu cotidiano, sem nenhuma prática esportiva. Posteriormente fiz algumas consultas médicas, porém a ressonância magnética seria primordial para o diagnóstico, decidi aguardar o SUS e fazer fortalecimento muscular e corridas leves em gramados, como os médicos tinham me receitado anti-inflamatórios, me iludi que estava melhorando, então a "casa caiu" em julho, quando fui tentar correr no asfalto e no dia seguinte senti muitas dores, suportáveis, mas que me deixaram triste por saber que a cicatrização da lesão não estava acontecendo. Decidi então seguir o conselho de um fisioterapeuta meu vizinho, que foi parar de correr e começar a nadar. Me matriculei na natação, minha experiência nas águas eram natação de sobrevivência (risos), pois minha vida foi morando em um Ilha (Ilha do Governador) e na minha infância na Baía de Guanabara ainda se dava para dar alguns mergulhos, sem contar que na minha adolescência estava sempre nas praias da Zona Sul do Rio, pegando "jacarés" e ondas de body board, mas minha técnica de nado era "zero". Deixando o passado de lado e falando do presente, comecei em agosto a nadar em piscina, já tenho o foco de participar de provas de águas abertas (Mar e Rios). A natação é um esporte magnifico, realmente trabalha todos os grupamentos musculares, ajuda a reduzir a gordura corporal, alivia as tensões do dia a dia e ajuda a recuperar lesões. Tudo o que eu preciso na ausência da corrida, porém não tenho pretensões de tirar a natação de minha vida. Aos poucos estou evoluindo, aprendendo técnicas, ganhando resistência e até o 1º trimestre de 2017 tenho o objetivo de estrear nas competições de águas abertas entre 750m a 1500m, posteriormente o objetivo é fazer travessias maiores e quando a lesão estiver curada irei pôr em meu calendário provas de aquathlon (Natação e corrida). É mais ou menos o que está no título deste post "as adversidades não me fazem parar e sim me reinventar". Estou com a ressonância magnética pronta para apresentar amanhã ao médico ortopedista e sei que tenho 90% de chance de precisar fazer uma cirurgia, pois é uma ruptura no menisco, difícil de cicatrizar sem cirurgia, mas nada me tirará do foco. Agradeço primeiramente a Deus, pelas bençãos e permitir as adversidades, pois me edifico cada vez mais, agradeço a minha mãe (Dona Rita), pelo incentivo de hoje e sempre ao esporte, agradeço a Tathi (minha namorada), me apoiando de todas as formas, agradeço a equipe de professores de natação do Clube dos Aliados que se dedicam a todos os alunos faça chuva ou faça sol.



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