Neste último domingo 13 de setembro, "rolou" mais uma etapa do projeto de braços abertos. O Jacarezinho ficou pequeno para cerca de 1500 participantes cheios de disposição. Mesmo com chuva a "galera" marcou presença dando um show à parte.
Análise Crítica

Mais uma vez a X3M "tirou onda", como é uma prova limitada para 1500 pessoas, fez com que ficasse tudo bem organizado. Fiquei prestando atenção no pessoal de apoio da organizadora e vi que é de tremenda eficiência, também está de parabéns a PMERJ que deixou o ambiente seguro sem ficar tenso. Nem a chuva tirou a animação dos atletas, todos dançando antes, durante e depois com o som do DJ. Aos moradores do Jacarezinho "bato palmas" participaram dando maior força para nós corredores. Não poderia deixar de citar sobre a corrida mirim, peço aos adultos para nas próximas edições presenciarem os pequenos, abrilhantam ainda mais a festa. Algo que me deixa feliz é ver a comunidade incentivando, acho que esse é o foco do evento, integração asfalto e favela.

Se houve falhas durante a corrida, não presenciei, obviamente houveram alguns problemas, porém não avistei. Minha única reclamação será a classificação que é registrada pelo tempo bruto, não entendo o motivo, mas todas as provas de Braços Abertos são assim.
Minha Corrida
Meu intuito foi correr com no pace de 4 min. e 15 seg. por km, mas isso se o percurso fosse o mesmo do ano passado, onde só havia uma ladeira e o restante foi todo no asfalto e plano. Mas este ano não sei onde arrumaram tantas subidas no Jacarezinho, quando subi a primeira "pirambeira" fui com raça, pensando que era a única, logo depois foram surgindo mais e mais. Dos primeiros 500 metros até os 2500 metros foram subindo e descendo ladeiras entre becos e vielas, assim não consegui manter o ritmo descrito anteriormente nos três primeiros quilômetros e sustentei 4 min. e 28 seg. por km. Não fui muito bem nas descidas, pois com a chuva e os buracos nos becos e um pequeno deslise que virei o tornozelo, foi um alerta para ser sensato nos declives, graças a Deus nem senti dor depois. Já no km 4 foi um trecho totalmente plano, então acelerei mais um pouco, porém fui conservador com 4 min. e 26 seg. por km. Foi uma parte da prova que preferi ganhar fôlego, para tentar passar um grupo de uns quatro atletas que se encontravam na minha frente, então no quinto quilômetro apertei o passo, conseguindo passar um deles e nos 100 metros finais dei um pega tentando passar mais um, mas ele foi mais veloz que eu, entretanto no tempo líquido da prova tive um tempo melhor do que o adversário dos 100m (rsrsrsrs). Finalizando 5,1km com 22'31" logo o pace de 4'23"/km. Mas lá na planilha de classificação foram 5km em 22'35", assim 34° colocado no geral masculino e 8º na minha faixa etária de 35-39 anos. Devido aquele fato que citei anteriormente sobre a classificação por tempo bruto perdi umas três posições. Mas eu quero é festejar pois corri para sentir o coração bater forte a respiração ficar ofegante e o sorriso no final ficar extremo da mesma forma que o meu corpo ficou.
FOTOS












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