A Meia Maratona de duplas Faz um 21 voltou à Cidade de Niterói neste domingo (03.08) e, mais uma vez, foi um sucesso. Com um lindo dia de sol, a prova contou com a participação média de 600 atletas. A corrida foi disputada em dupla, em um percurso com distância de 10,5 km. Os integrantes da dupla somaram 21 km, sendo que cada um teve que correr 10,5km, e sua colocação foi o somatório de tempos da dupla. A largada foi realizada às 8h21 na Concha Acústica, enquanto a chegada aconteceu na Estação Charitas.
A dupla vencedora na categoria masculina, formada por Eliezer de Jesus e Clodoaldo Azevedo, completou a prova com um tempo total de 1h06min21s. Já na categoria feminina, Rejane Bispo e Marcia Narloch venceram com 1h18min38s. Na categoria mista, Diego Henrique e Jaqueline Fernandes fizeram o melhor tempo, com 1h30min38s. Os campeões nas categorias feminina e masculina foram premiados com R$ 2.000,00 (para a primeira equipe), R$ 1.500,00 (para a segunda melhor) e R$ 500,00 (para a terceira mais bem colocada).
A Etapa Niterói também contou com as categorias melhor idade, vencida por José Pinho Bueno e Ruthe Amaral, Equipe Embratel Masculina, conquistada por Marcus Vinicius e Marcos Favieri, Equipe Embratel Feminina, por Elida Cordeiro e Monica Basto, e Equipe Mista Embratel, vencida por Leciano Pereira e Cristiane Gonçalves.
Análise Crítica:
No geral a corrida foi muito boa. Prova com um valor de inscrição de apenas R$ 21,00 por atleta, com um percurso espetacular sendo um show à parte, os atletas obtiveram um belo kit com mochila, boné e camisa, sendo os dois últimos que citei de ótima qualidade. Prova com premiação em dinheiro conforme descrito acima. A hidratação foi excelente em todo trajeto, inclusive antes da largada já havia água disponível para hidratação. O guarda-volumes foi em um ônibus, pois a chegada foi em um ponto diferente da largada, assim seguindo com os pertences dos participantes. Ao cruzarem a linha de chegada os atletas receberam água e maçã e assim podiam se dirigir até a tenda da fisioterapia, com alongamentos e massagens para relaxar a musculatura, além desta tenda citada havia outras como a de fotos com fundos personalizados e com imã para pôr na geladeira, recebendo a fotografia no mesmo instante, outra tenda também de fotografias, mas estas eram para as redes sociais, valendo prêmio para a mais curtida. Tinham brinquedos para as crianças como pula-pula e muitos sorteios de aparelhos ipod e frequencímetros. Tudo muito bom, por um valor muito baixo, do jeito que o povo gosta. Venho elogiando e admirando muito a iniciativa da Embratel.
Houve poucos pontos negativos, foram às placas de quilometragens, que pelo menos a partir do 8º km estavam postas em pontos errados, como por exemplo, a placa de 10 km que não chegava nunca e os 500 metros finais não passaram de 200 metros. Outro ponto negativo foi a falta de staffs, pois haviam trechos que não tinha segurança para correr, pois os veículos estavam transitando na mesma pista dos corredores. Outro fato que percebi foram os resultados de tempos divulgados que estão com a cronometragem bruta. Pontos isolados que facilmente os organizadores conseguirão acertar na próxima corrida desta etapa de Niterói. Nada que houvesse tirado o brilho deste evento.
Minha Corrida:
Neste domingo saímos como uma equipe Eu (Erivelton Bento), Leandro Xavier, Juninho (Rodynei) e o Beg (Daniel Mendes), por volta das 6:45 partimos da Ilha para Nikiti e com alto astral fomos conversando sobre nossas experiências como corredores amadores, por volta das 7:30 chegamos à Concha Acústica, local da largada e estacionamos aos arredores. Deu tempo daquela confraternização com os amigos que íamos encontrando. Então meus três amigos decidiram correr juntos em pelotão, já eu tinha outra estratégia que seria sair um pouco mais lento do meu normal, nos dois primeiros kms (pace de 4:40/km) depois iria acelerar e manter o pace de 4:30/km até o 9º km, posteriormente correr o mais forte possível até o final. Isto foi só no papel, pois na prática as coisas saíram bem diferentes no que planejei, graças a Deus foi uma prova que corri aproveitando a cada momento, mesmo errando o ritmo no início não fui um passageiro da agonia (quando se erra no início e passamos toda prova exausto) consegui me manter concentrado durante toda a prova, no final dando tudo certo.
1km: Acelerei demais, passei pela primeira placa com o tempo de 4:00 (me sentindo confortável).
2km: Tentei desacelerar e com o tempo de 8:15 passei pela placa de 2 km (me sentindo confortável, mas preocupado de me prejudicar mais adiante).
3km ao 7km: Mantive um ritmo de em média 4:20/km (Neste trecho havia um aclive onde me poupei não forçando muito)
8km: Passei com o tempo de 34:30 (Teve mais um aclive nesta parte, me poupando novamente, porém estava muito inteiro e com o tempo excelente avista do que tinha projetado).
9km ao 10,5km: Esta foi à parte da prova crucial, entretanto havia algo de errado como citei na análise crítica negativa com as marcações de quilometragem, pois eu estava em um bom ritmo, mas demorou “um século” para eu chegar até à placa 9km e uma “eternidade” para eu chegar à placa 10km, ou seja, é provável e alguns participantes que estavam com GPS também comentaram que a placa de 8km estava posta bem antes de onde deveria, ou seja, estavam distribuídos de forma errada. Me programei para dar um sprinter final nos 500 metros finais, mas só havia no máximo 200 metros. Sem dúvida isto me prejudicou em alguns segundos, mas no final fiz o tempo dentro do programado fechando a prova de 10,5km em 47:29 no meu cronômetro já na marcação do chip bateu 47:42 (marcando o tempo bruto).
Desta vez curti toda a paisagem da orla de Nikiti, apesar de correr em ritmo forte e concentrado, ia curtindo às arquiteturas de Deus e do Niemayer (Museu Contemporâneo). Assim eu e o Leandro Xavier, meu parceiro de dupla ficamos na 21ª colocação, meu parceiro fazendo 55:16 e eu 47:42, sendo a soma o tempo de 1:42:58.
Direita para esquerda: Leandro Xavier, Beg, Juninho e Eu
Aprecie a paisagem
Museu Contemporâneo
Tenda da Fisioterapia
Brinquedos
Tendas
Dupla Mista Campeã: Diego Henrique e Jaqueline Pink











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